Quem Somos

O Instituto das Filhas do Divino Zelo foi fundado em Messina (Itália), aos 19 de março de 1887, por Padre Aníbal Maria Di Francia, tendo como co-fundadora Madre Maria Nazarena Majone. Aprovado como Congregação Religiosa de Direito Diocesano com decreto do Arcebispo de Messina, Dom Angelo Paino, em 06 de agosto de 1926, tornou-se de Direito Pontíficio pelo Decretum Laudis no dia 19 de fevereiro de 1935. Teve a aprovação definitiva das Constituuições em 18 de junho de 1943.

Aníbal Mari Di Francia, desde a juventude, intuitu, por dom de Deus, a importância da oração para obter “homens santos e sacerdotes escolhidos”. Em seguida ficou surpreso e intimamente persuadido quando descobriu no evangelho aquels divinas palavras de Jesus: “Messis quidem multa, operarii autem pauci. Rogate ergo Dominum messis ut mittat operários in messem suam (Mt 9, 35-38) e percebeu aquele apelo como dirigido a si próprio para que se tornasse apóstolo e propagador desse preceito.

No seu ministério sacerdotal entre os pobres de Avignone, em Messina, sentiu a dramaticidade da “messe” sem pastor, e diante da “escassez” de suas próprias forças encontroi na palavra do Senhor, o “Rogate”, a resposta para a necessidade de salvação da humanidade.

Assim, amadureceu a ideia de fundar uma comunidade religiosa, que participaria da compaixão de Cristo pelas multidões abandonadas e dispersas, se empenhando com o voto de obedecer ao mandamento “Rogate” de Jesus.

Em 1901, oficializou o nome do Instituto feminino: Filhas do Divino Zelo do Coração de Jesus. Com o nome de Filhas do Divino Zelo quis indicar a missão do Instituto: participar do zelo do Coração de Cristo, do qual nasceu o mandamento do “Rogate”, nas suas aspirações pela glória do Pai e pela salvação das almas. A experiência carismática do Fundador, desenvilvida à Liz do Rogate, foi transmitida às Filhas do Divino Zelo como patrimônio espiritual medainte o testemunho de sua santidade de vida, os vários escritos inspirados, os pontos de Regra e as primeiras Constituições.

Em continuidade aos ideais de Padre Aníbal, as Irmãs são chamadas a harmonizar num único e ardente amor por Cristo, Divino Rogacionista, a oração para os bonss operários do evangelho e a inexaurível caridade para com os pequenos e os pobres.

Na realização de sua identidade carismática, as Filhas do Divino Zezlo têm como referência significativa o exemplo de Madre Maria Nazarena Majine, aquela que, seguindo fielmente os passos de Padre Aníbal, viveu integralmente o Rogate na oração incessante, na compaixxão efetica e na aceitação serena da cruz.

Um pouco mais da história...
No fim de junho de 1884, Padre Aníbal viajava para Nápoles, e de lá, decidiu ir até Roma com a intenção de pedir ao Papa ajuda para as obras do bairro Avignone.

Naturalmente, para obter conselhos e eventualmente conseguir uma entrevista, dirigiu-se a Monselhor Isidoro carini (1843-1895), ponto de referência para os sicilianos. Este era muito amigo de Dom Guarino e do Padre Tiago Cusmano; então, com muita probabilidade, o Padre Aníbal apresentara-se a ele com as cartas de recomendação do arcebispo.

O servo de Deus terá revelado as dificuldades em que estava a nova instituição e surgiu a ideia de entregar a obra de Avignone ao “Boccone del povero” (Bocado do pobre), fundado em Palermo pelo Padre Tiago Cusmano (18934-1888), de modo que cada um dos dois teve que reconhecer ao outro a paternidade da ideia.

O Carini, de fato, comunicou ao Cusmano que Padre Aníbal “gostaria de colocar a si e as suas obras sob a proteção do “Boccone del Povero” e sob as grandes asas do Padre Cusmano”, enquanto o Servo de Deus escrevia ao Pe. Cusmano que “estando em Romo (...) o querido Pe. Carini aconselhava-me fundir esta Obra com a sua de Palermo”, e ainda: “Monsenhor Carino me fez a proposta, em Roma, de uma fusão desta Obra do bairro de Avignone com a de Vossa Senhoria”.

Padre Aníbal ainda obteve uma audiência com o Santo Padre, mas não alcançou a sua finalidade: “fui ao Santo Padre em Roma, com a esperança de obter alguma esmola, mas a minha esperança faliu”.

Além disso, não conseguiu comunicar-se logo com o Pe. Cusmano, correra a voz que, em Messina, havia casos de cólera e as autoridades sanitárias proibiram a entrada na cidade. Assim Pe. Aníbal não pode voltar. Ele foi informado disto, em Roma, e escreveu uma carta ao irmão Pe. Francisco, solicitando a sua presença no bairro de Avignone.

Finalmente, aos primeiros dias de agosto, afastado o perigo da cólera, o servo de Deus pode entrar em Messina, e escreveu logo ao Pe. Cusmano, enviando umpequeno mapa das casas de Avignone. Ininciou, assim, a correspondência que revela a espiritualidade dos dois, espiritualidadde dominada pela fé viva e pela caridade sem limites; e, ao mesmo tempo, revela as condições miseráveis do bairro de Avignone que, pela obra incansável de Pe. Aníbal, começava a receber um novo rosto.

E seguia a proposta de fusão das obras, segundo quanto fora pensado com Monsenhor Carini; mas Pe. Cusmano não se entusiasmou com este projeto. Padre Cusmano foi a Messina, aos 11 de maio. Padre Aníbal pode constatr, como consequência imediata da visita, o abandono, por parte de Dom Guarino, da ideia de fundir a obra de Avignone com o “Boccone del Povero”. O Arcebispo contava, no entanto, sempre com a marquesa de Casibile, que, após longa expectativa, lhe deu resposta negativa.

Outras tentativas foram feitas de que a Obra fosse assumida por um Instituto já existente, porém, fracassadas as tentativas, Padre Aníbal decidiu-se a pedir ao Arcebispo licença para dar o hábito às primeiras irmãs, aguardando da resposta do Superior a vontade divina.

O Arcebispo lhe respondeu: “Faça-o, mas secretamente, sem publicidade”.
Padre Aníbal quis colocar a nova Congregação sob a proteção de Sçao José; por isso, decidiu entregar o hábito durante as vésperas do dua 18 de março de1887. O Servo de Deus fez questão que a cor do hábito fosse marrom, em honra de N. Senhora do Carmo. Foi desenhado o símbolo: um coração pintado sobre pano, a ser costurado no hábito, com as palavras: Rogate Dominum Messis.

Um pequeno corredor dividiu o interior de uma das casinhas em pequenas celas, com espaço para uma cama, uma cadeira e uma mesa de parede. O coro, construído na capela ficou como lugar reservado para as religiosas. Ingressaram no noviciado: Maria Affronte, Josefa Santamaria, Rosa D’amico e Maria Giuffrida. Foram inicialmente chamadas de Pobrezinhas do Coração de Jesus, e o noviciado foi deniminado Pequeno Retiro de São José.

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